05 | Janeiro
Desenvolvimento Mobile - Perguntas e Respostas
A decisão de iniciar um projeto de desenvolvimento mobile envolve riscos financeiros, operacionais e de reputação. Dados esses fatores, é comum que dúvidas apareçam antes, durante e após a finalização do projeto.
Abaixo, trouxemos as principais perguntas que nossos especialistas recebem, reunindo preocupações reais e válidas dos gestores dos mais variados tipos de negócio.
Vamos conferir?
1. "É realmente necessário um aplicativo ou um site responsivo atende à demanda?"
A decisão deve basear-se na frequência de uso e na necessidade de recursos nativos. Se o usuário precisa acessar a solução diversas vezes ao dia, ou se a operação exige uso de câmera, GPS em segundo plano e notificações push, o app é indispensável. Para consultas esporádicas, uma interface web responsiva é mais econômica e suficiente.
2. "Como garantir a integração do aplicativo com nossos sistemas legados (ERP/CRM) sem gerar conflitos?"
A integração é realizada via camadas de API. O app não acessa seu banco de dados diretamente; ele se comunica através dessa camada segura, que traduz as informações. Isso moderniza a ponta (para o usuário), mantendo a estabilidade e as regras de negócio do seu sistema legado intactas.
3. "Nossa operação de campo sofre com oscilação de internet. O aplicativo continuará funcional?"
O funcionamento offline é um requisito vital para apps corporativos. O aplicativo armazena dados localmente no dispositivo e permite que o profissional continue trabalhando. Assim que a conexão é restabelecida, o sistema sincroniza os dados com a nuvem automaticamente, garantindo que a produtividade não pare.
4. "Por que existe tanta discrepância de valores entre orçamentos de fornecedores diferentes?"
Propostas muito baixas frequentemente ignoram etapas cruciais como testes de carga, segurança, documentação técnica e gestão do projeto. Um orçamento adequado contempla não apenas o código, mas a garantia de que o software será escalável, seguro e auditável a longo prazo.
5. "Após o lançamento, pode haver custos recorrentes?"
Sim, o software possui um ciclo de vida contínuo. É necessário prever um orçamento de sustentação para cobrir atualizações obrigatórias impostas pelas lojas (Apple e Google), correções de segurança e monitoramento de servidores. Negligenciar essa etapa pode tornar o aplicativo obsoleto ou vulnerável em poucos meses.
6. "Como evitar o risco de baixa adoção da ferramenta pelos usuários ou colaboradores?"
A tecnologia não pode ser imposta; ela deve resolver uma dor real. Investimos fortemente em UX antes de escrever o código. Prototipamos e validamos a interface com usuários reais para garantir que o fluxo seja intuitivo e reduza o tempo de execução das tarefas. A alta adesão é consequência de uma ferramenta que facilita o dia a dia.
7. "Devemos priorizar o desenvolvimento para iOS ou Android?"
Para aplicativos internos, a decisão depende dos aparelhos da empresa. Para aplicativos voltados ao cliente, é necessário que estejam disponíveis para ambos os sistemas para que todos os usuários possam utilizá-los.
8. "A infraestrutura suportará picos de acesso repentinos?"
Nós realizamos testes de carga e estresse, nos quais simulamos milhares de acessos simultâneos em ambiente controlado. Isso nos permite identificar e corrigir gargalos de performance preventivamente, garantindo estabilidade mesmo em eventos de alta demanda crítica.
9. "Qual a vantagem de contratar uma empresa especializada em vez de montar um time interno?"
Montar times envolve questões como busca por talentos, treinamentos e processos de admissão. Ao optar por uma parceira especializada, você elimina essas etapas, reduzindo custos e o tempo de espera.
10. "É possível acompanhar e auditar o progresso do projeto sem ter conhecimento técnico?"
Sim. Trabalhamos com Metodologias Ágeis, dividindo o projeto em ciclos curtos. Apresentamos uma evolução funcional do app que você pode testar e validar. Isso coloca o controle do cronograma na sua mão, permitindo visualizar o avanço real do investimento sem precisar ler uma linha de código.
Agora que os principais riscos e dúvidas foram mapeados, o desafio deixa de ser técnico e passa a ser de execução. Ter ao seu lado parceiros que traduzam código em estratégia de negócio é fundamental para navegar essa jornada com segurança.