Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Vero voluptate

Obrigado por entrar em contato, nossa equipe entrará em contato. Fique atento aos meios de comunicações informados

Equipe de profissionais trabalhando com uma parede digital representando a cibersegurança

16 | Setembro

Thomas Shepherd

Cibersegurança – A fortaleza digital da sua empresa

Multiagentes de IA

Seu novo time 24/7, sem contratar ninguém.

Inscreva-se gratuitamente

No mundo físico, as defesas são bem visíveis, pode ser um muro, uma grade, um portão com travas inteligentes liberadas com credenciais ou digitais... as opções são muitas e nós até já nos acostumamos com elas. Porém, quando se trata do cenário digital, a fortaleza é feita de dados, sistemas e redes. E os criminosos são silenciosos, invisíveis e usam de uma diversidade de técnicas para realizar seus ataques.

Nós chamamos essa fortaleza de cibersegurança: um conjunto de processos, práticas e soluções tecnológicas que atuam na prevenção de ataques digitais ou na mitigação de seu impacto.

Por que as defesas de "ontem" podem não ser tão eficazes hoje?

O cenário de ameaças está em constante evolução, exigindo que as organizações criem um programa de segurança contínuo e adaptável. A complexidade aumenta a cada dia, impulsionada por tendências que, ao mesmo tempo que trazem inovação, abrem novas brechas para ataques.

  • Adoção da nuvem: a migração para a nuvem pode aumentar a complexidade do gerenciamento de rede e, em alguns casos, se não houver o conhecimento adequado, pode haver o aumento do risco de configurações incorretas e APIs mal protegidas, que os hackers podem explorar em seus ataques.
  • Equipamentos pessoais: políticas que permitem o uso de equipamentos pessoais para fins de trabalho “bring your own device (BYOD)”, resultam em mais conexões e dispositivos que, muitas vezes, não têm um padrão de segurança adequado e não podem ser gerenciados pela organização por questões de privacidade, aumentando os riscos de invasão ou vazamento de dados.
  • Proliferação da Internet das Coisas (IoT): com uma grande quantidade de dispositivos IoT conectados, muitos deles, sem os padrões de segurança atuais, podem ser facilmente sequestrados por agentes mal-intencionados.
  • Ascensão da inteligência artificial: a IA, especialmente a generativa, apresenta um cenário de ameaças completamente novo, com técnicas como injeção de prompts já sendo exploradas por hackers.

Quer saber mais sobre como hackers estão utilizando a IA para atacar organizações? Acesse nosso conteúdo sobre Vibe Hacking aqui.

Devel News

Fique por dentro das novidades no mundo da tecnologia em suas tardes de quinta-feira com nossa newsletter.

Inscreva-se gratuitamente

O custo de não se adaptar a essa nova realidade é astronômico. Estima-se que o crime cibernético custará à economia mundial US$ 10,5 trilhões por ano até 2025. O custo médio de uma única violação de dados já saltou para US$ 4,88 milhões, um aumento de 10% em relação a 2023. As consequências vão além do financeiro, incluindo roubo de identidade, extorsão, perdas de dados críticos, interrupções de negócios e danos irreparáveis à reputação.

As táticas de ataque mais comuns

Para construir uma defesa eficaz, é crucial entender as armas e táticas do adversário. Os ataques modernos são sofisticados e multifacetados:

  • Malware: um termo que abrange qualquer software malicioso, como vírus, projetado para danificar computadores ou redes. Quase todos os ataques modernos envolvem algum tipo de malware.
  • Ransomware: um tipo de malware que criptografa os dados ou o dispositivo da vítima e exige um resgate para restaurar o acesso. Esse tipo de ataque, conhecido também como extorsão cibernética, pode ter consequências financeiras e de reputação devastadoras.
  • Phishing e engenharia social: ataques que se aproveitam da confiança das pessoas para enganá-las a fornecer informações de conta ou baixar malware. O phishing usa e-mails, textos ou mensagens de voz que parecem vir de uma fonte confiável para atingir seus objetivos.
  • Ameaças internas: originam-se de usuários autorizados (funcionários, contratados) que, intencional ou acidentalmente, fazem mau uso de seu acesso legítimo ou têm suas contas sequestradas.
  • Ataques de negação de serviço (DDoS): tentam derrubar um servidor ou site sobrecarregando-o com tráfego, geralmente de uma rede de dispositivos sequestrados (botnet).

Mitos comuns

Muitas organizações ainda operam sob premissas equivocadas que podem ser fatais para sua segurança. É hora de desmistificar algumas delas:

  1. "Meu setor é seguro": Todos os setores têm sua parcela de riscos, com hackers explorando redes de comunicação em quase todas as organizações, sejam elas governamentais ou do setor privado.
  2. "Somos pequenos demais para sermos um alvo": Os cibercriminosos atacam, sim, pequenas e médias empresas, especialmente porque empresas de menor porte também costumam ter uma segurança cibernética menos robusta.
  3. "Uma senha forte é proteção suficiente": Embora senhas fortes ajudem, elas podem ser quebradas por programas maliciosos ou obtidas por outros meios, como a engenharia social. É ideal utilizar ferramentas seguras de autenticação multifatorial para reforçar a segurança de acesso.

 

 

Construindo a fortaleza digital

Uma cibersegurança eficaz não se baseia apenas em tecnologia; requer uma abordagem abrangente que integra pessoas e processos.

1. Tecnologia e automação

As ferramentas certas formam a primeira linha de defesa ativa. Soluções como SIEM (Gerenciamento de Informações e Eventos de Segurança), IAM (Gerenciamento de Acesso e Identidade), e XDR (Detecção e Resposta Estendidas) são essenciais.

A grande virada de jogo, no entanto, é a Inteligência Artificial. A IA está transformando a cibersegurança com detecção de ameaças em tempo real e resposta automatizada a incidentes. Organizações que implementaram extensivamente ferramentas de segurança habilitadas por IA e automação tiveram um custo médio de violação US$ 2,2 milhões menor em comparação com aquelas sem essa tecnologia, de acordo com o Cost of a Data Breach 2024 Report.

2. Processos e estruturas

A tecnologia precisa ser guiada por processos sólidos.

  • Modelo de Confiança Zero (Zero Trust): Uma abordagem que pressupõe que ninguém, dentro ou fora da rede, deve ser confiável por padrão. Isso significa verificar continuamente a identidade de usuários e dispositivos antes de conceder acesso.
  • Planejamento de resposta a incidentes: Um plano bem definido prepara a organização para responder de forma rápida e eficaz a um ataque, minimizando os danos e garantindo a continuidade das operações.
  • Segurança no Desenvolvimento (DevSecOps): A segurança deve ser incorporada desde a fase de projeto dos aplicativos, não como uma camada adicional no final. Isso garante que os softwares personalizados nasçam seguros.

3. Pessoas e expertise

A tecnologia e os processos mais avançados são ineficazes sem as pessoas certas para gerenciá-los. E aqui reside um dos maiores desafios da atualidade: a lacuna de talentos.

  • A crise de habilidades: Um estudo do Fórum Econômico Mundial constatou que a lacuna global de profissionais de cibersegurança pode atingir 85 milhões até 2030.
  • O impacto no custo: Organizações que enfrentam uma escassez significativa de habilidades em segurança tiveram um custo médio por violação de US$ 5,74 milhões, em comparação com US$ 3,98 milhões para aquelas com níveis mais baixos de escassez.
  • Treinamento contínuo: Os funcionários são a primeira linha de defesa. O treinamento regular de conscientização em segurança é vital para ajudá-los a reconhecer e evitar ataques de phishing e malware.

Encontrar, treinar e reter esses especialistas é uma tarefa monumental para gestores de TI. Ter um parceiro estratégico para alocar os profissionais certos, com a expertise necessária, pode ser o diferencial entre uma defesa vulnerável e uma fortaleza impenetrável.

Menos reação e mais ação

A visão tradicional da cibersegurança como um mero centro de custo, uma despesa reativa focada apenas em evitar perdas, está fundamentalmente ultrapassada. Uma estratégia de cibersegurança robusta, portanto, é uma declaração pública de confiabilidade. Ao investir proativamente em tecnologias como IA para detecção de ameaças, adotar frameworks rigorosos como o de Confiança Zero e, crucialmente, suprir a lacuna de talentos com profissionais especializados, uma empresa está promovendo algo que vai além de sua segurança de dados, contemplando também uma maior segurança financeira (uma vez que a perda de dinheiro costuma ser algo quase constante em ataques cibernéticos bem-sucedidos) e aumentando a confiabilidade dos clientes.

Descubra como podemos fortalecer a segurança digital de sua empresa

Fale com nossos especialistas

Post atualizado em 12 de Dezembro de 2025

Compartilhe: